27 06 2014

Eu me lembro de passar a minha infância (felizmente nos anos 80) e  adolescência nos anos 90, ouvindo músicas e imaginando meu futuro. Como eu seria. Cheia de expectativas, todas positivas. Essas expectativas me davam força para caminhar em frente.E sempre no background dos meus idos anos esteve a música. Hoje, 20 e poucos anos depois, eu ouço as mesmas músicas e meu pensamento não está no meu futuro, mas no meu passado. Como era bom. Se eu soubesse que era tão bom talvez não tivesse perdido tanto tempo imaginando o futuro.Na época eu imaginava minha vida em outro país, livre sem fronteiras. Hoje a minha ambição é bem menor: tem aonde morar, o que comer, essas coisas chatas de adulto.Quisera eu apenas pode andar de carro com o vento em meu rosto ouvindo, aquelas musicas novamente e por um minuto voltar à época em que elas realmente foram lançadas.





Vegetariana, eu?

27 09 2013

Antes de me tornar vegetariana, eu passei inconscientemente por um processo gradativo de repulsa a carnes; começou com um verme se mexendo que encontrei no biscoito, estava no patê de presunto que havia passado e ainda bem que vi antes de comer. Depois veio a carne de boi, o frango.. e por último eu comecei a enxergar camarão como se fossem insetos e não comida. Churrasco deixou de ter cheiro apetitoso para ter cheiro de carne queimada; e assim foi até que descobri todos os motivos possíveis para uma pessoa se tornar vegetaria, assisti ao filme A Carne é Fraca, que foi o ponto final. Passei 5 anos sem comer NADA de carne, nem peixe; mas quando fiquei grávida tudo mudou e voltei a consumir (pouca) carne a até hoje prefiro refeições sem carne, mas às vezes eu como. Só, que ultimamente eu ando vendo camarão dessa mesma forma.





Um bolo mármore com três cores – e sabores

24 09 2013

Fiz, uma massa maravilhosa, fofa, enfim.. belo bolo!!!





Produzindo um catálogo de moda

20 09 2013

Em maio recebi uma proposta para produzir o layout do catálogo da marca Mammy Gestante, pois a agência da minha irmã pegou o trabalho e quis alguém da área de criação de moda para fazer. Com roupas estilosas e elegantes, a cliente da Mammy Gestante é “moderna, não quer se adaptar a roupas que não sigam seu estilo e muito menos que não lhe sirvam bem. Elas são impecáveis e de personalidade, se valorizam”, diz a estilista da marca, Daniella Cilento. Com alguns modelos de catálogos anteriores à mão, eu já tinha em mente o que ia fazer quando aceitei o trabalho. A criação era livre, embora o conceito da marca deva estar em cada detalhe. E até me surpreendi pois consegui montar 2 modelos de boneco, com 24 páginas cada (que é o pré-layout: a partir do boneco que todo o resto é produzido como as poses, locação e looks) em uma…

Ver o post original 336 mais palavras





What a girl needs?

5 12 2012

Eu descobri o que me falta. Tempo. Não é um privilégio meu, a falta de tempo. Acho que este é um mal que vem assolando a humanidade.

Eu tenho necessidades para me sentir feliz, mas a vida de mãe-esposa-trabalhadora não permite que certas necessidades sejam supridas. Com o passar do tempo, você acaba esquecendo e gradualmente a falta destas coisas interfere no seu humor.

Pelo menos eu consegui enxergar isso hoje, assim, em um insight.

Sempre  joguei vídeo game, adoro ler esses livros de ‘mulherzinha’ estilo Marian Keyes’, ouvir música, ficar pensando no ‘nada’. Mas ultimamente eu não tenho feito nada disso e percebi o quanto eu necessito destas coisas para viver. Além do amor dos que me cercam, dos papéis que exerço na minha família, eu preciso dessas coisas para ter equilíbrio. Como percebi isso?

Quando abri meu netbook e resolvi dar uma ‘fugidinha’ da responsabilidade e baixar um joguinho inocente. Notei que isso fez um efeito imediato em meu humor, me senti feliz por estar jogando. Aí parei para analisar e cheguei a esta conclusão.

Bom, de hoje em diante tirarei um tempinho para meus vícios inocentes: música, games, livros e seriados. Afinal, não posso me anular e esquecer que eu sou. Dane-se que eu tenho 30 anos. Vou gostar disso para sempre!!!!





DeclaraCão

18 05 2010

Perdi recentemente, minha melhor amiga. meu cãozinho de 15 anos faleceu há menos de um mês e isso me abalou profundamente. Parece ter sido a maior perda, embora eu já tenha perdido parentes próximos antes. Mas não é isso.Ela era minha companheira, estava sempre ao meu lado nas horas boas ou ruins, ao contrário dos seres humanos. Eu sabia, por mais que eu estivesse só e triste, ela estava lá. Sempre esteve lá. Por 15 anos foi a coisa mais certa que eu tinha. ELA ESTAVA LÁ. Somente agora eu consigo escrever, pois ainda me dói absurdamente a ausência dela.Mas ao mesmo tempo eu sei que ela foi amada por todos esses anos, e se os animais têm um papel a cumprir nessa Terra, tenho certeza que ela cumpriu o seu. Eu disse a ela que partisse em paz, que ela fez tudo que podia ter feito.No infeliz dia de sua partida, pela ultima vez ela pediu ajuda para ficar de pé, e cambaleando como se estivesse bêbada, foi a cada cômodo da casa, sem olhar para ninguém, voltou ao seu canto e deitou de forma que nunca mais haveria de levantar novamente. O tempo de alegria que ela me deu foi muito maior que a dor de sua perda, por isso eu não fiquei traumatizada e sim, assim que possível eu vou querer ter outros cachorros. Eu sempre soube que ela não era nenhuma tartaruga e cães vivem em torno de 10-15 anos mesmo. Talita, você foi o melhor cachorro, sempre estará em meu coração!





Nada

11 05 2010

As vezes eu me sinto totalmente ausente de pensametos. É como se eu não existisse, como se eu não passasse de uma fotografia inanimada. Ausência de graça, de cor, de vida.
Eu já perdi tanta coisa nessa vida, que eu simplesmente as vezes, tenho medo de viver.